PLANTAR, CULTIVAR E COLHER: A EXPERIÊNCIA PRÁTICA DO ESTÁGIO EM FILOSOFIA CLÍNICA

Guilherme Gomes Caiado

Maíra Ávila Francisco e Alves

Resumo

A experiência prática do estágio em filosofia clínica tem como base o processo de orientação no estágio supervisionado, é por meio dele que o estagiando entra em contato com o mundo representativo do outro e se faz o processo terapêutico. Outrora estimulado pelo orientador o aluno agora na condição de Filósofo Clínico pode experimentar o fazer, fazendo. O tempo de maturação deste processo é como de uma jabuticaba que ao ser plantada deverá ser regada, para depois de um longo caminho colhida. O papel do orientador neste caminho é como o da água que vai nutrir e direcionar o bom desenvolvimento da jabuticabeira, do estagiário. Por isso é preciso cultivar e alimentar bem para que se possa depois colher frutuosamente. Se fugirmos das orientações e, em pequenas gotas de arrogância, acharmo-nos autossuficientes, que não precisamos de apoio, isso tudo pode colocar toda uma formação fadada ao fracasso e, principalmente, comprometer a vida de um partilhante que esta à sua frente em busca de socorro. É preciso se dedicar aos estudos e às orientações regulares para podermos depois festejar com louros a vitória do fruto, a habilitação à clínica, a capacidade de receber e ajudar o outro.

Palavras-chave: Estágio supervisionado; Filosofia Clínica.

 

Abstract

The internship of practical experience in clinical philosophy is based on the orientation process in the supervised internship, it is through it that the intern comes in contact with the representative of another world and makes the therapeutic process. Once stimulated by guiding the student now at the Clinical Philosopher condition can experience doing, doing. The maturation time of this process is like a blemish that to be planted should be watered, so after a long road taken. The role of the mentor in this way is like the water that will nourish and direct the proper development of jabuticabeira, trainee. It is therefore necessary to cultivate and eat well so that you can then reap fruitfully. If we run the guidelines, and small drops of arrogance, find us self-reliant, we do not need support, all this can put a whole fated training to failure and especially compromise the life of a sharer this ahead in search relief. We have to devote to studies and regular guidance so that we can then celebrate with the victory laurels of the fruit, enabling the clinic, the ability to receive and help each other.

Keywords: Supervised Internship; Clinical Philosophy.

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